segunda-feira, 31 de maio de 2004
Continuação
(do post anterior, e do post da Marta, e de sei lá mais o quê)
Existe um elo entre mágico e platéia, um acordo silencioso entre as duas partes que não pode ser quebrado sob a pena de estragar o espetáculo. Vocês sabem: durante a execução da mágica, o mágico não pode deixar transparecer o segredo do truque e a platéia deve ignorar que exista ali qualquer tipo de truque
.
O que me veio à mente lendo o post desta senhorita foi que existem coisas mais fantásticas em nossas vidas do que qualquer paranormal ou qualquer fenômeno sobrenatural. O amor, como ela disse: o que é que une duas pessoas? Pergunte para um apaixonado porque é que ele ama sua pessoa amada: ele vai dizer mil coisas, encontrará mil razões e mil motivos e mil coincidências e mil coisas bobas que acabam por dizer pra ele que ele ama aquela pessoa. Você, que fez a pergunta, vai continuar sem entender nada, mas para o apaixonado é uma coisa extremamente simples: amor, oras. Sentimento que desafia as ciências, a lógica, a razão. Um mistério dos mais indecifráveis, mas que não necessita de solução. Amamos, e é o bastante.
Temos a música, também. Porque passamos uma parte enorme de nosso tempo ouvindo música? O que é que existe de tão especial nessas ondas sonoras, que juntas em harmonia tornam-se algo fantástico, indescritível, quase (quase?) divino? Gostamos de certas músicas que outras pessoas odeiam. Porque algo que é para nós tão especial é, para outro indivíduo, algo tão repugnante? Se existe algo que se aproxima realmente de magia, é a música: música nos faz chorar, nos faz sorrir, nos faz pensar, música une pessoas, música muda pessoas...Para certas pessoas, música é tudo. E deve ser, realmente. Na música existe também o elo músico-ouvintes, de forma mais forte e complicada do que no elo mágico-platéia: nesse caso, tanto músico quanto platéia não sabem ao certo onde está o truque; as vezes o músico consegue fazer a "mágica" e agradar a platéia, outras vezes não; as vezes, parte da platéia vê a mágica, e outra parte não vê...e assim por diante.
E o mesmo acontece com livros, contos, ficção em geral. Certos escritores (o melhor exemplo talvez seja Tolkien) criam mundos inteiros, com povos, culturas, línguas, músicas, história, guerras, deuses e tudo o mais. De onde saíram tais coisas? Da mente de um simples ser humano, por incrível que pareça. Seria possível chamá-lo de paranormal, mas então todos seríamos paranormais. Todos nós criamos, todos nós inventamos fantasias, uns mais e outros menos. Mas quando estas criações saem da cabeça de uma pessoa e passam a habitar a mente de outras pessoas, através de livros, filmes, histórias em quadrinhos ou simplesmente uma história contada numa roda de amigos, então aí é feita a magia, e aí se estabelece o elo entre o "mágico" e seu público.
E existem mil outras coisas inexplicáveis e incríveis e fantásticas. Não é preciso ficar olhando pela janela, esperando um dragão cruzar o céu: magia acontece todos os dias, de formas variadas, e sempre é fantástica.
...E talvez o elo entre mágico e platéia, músico e ouvintes, escritor e leitores, seja não outra coisa senão o amor assumindo outras formas, mas mantendo seu caráter mágico e inexplicável. Talvez tudo que é fantástico nesse mundo tenha suas raízes no amor, de uma forma ou de outra. Um artista faz suas melhores obras motivado pelo amor: eu não ficaria admirado em saber que Tolkien criou seu mundo fantástico pensando em uma mulher. Talvez aí esteja o segredo de tudo que é maravilhoso, fantástico e inexplicável nesse mundo.
E, aproveitando, eu acho que esse trecho de Stardust (bom e velho Neil Gaiman) resume o que quis dizer:
" - Porque esta é a única razão que um rapaz como você teria para ser tão estúpido à ponto de atravessar a fronteira e vir para o Reino das Fadas. Os únicos das suas terras que vem parar aqui são os menestréis, os apaixonados, e os loucos. E você não me parece um menestrel, e você - me desculpe dizer assim, rapaz, mas é verdade - você é tão comum quanto um buraco em um queijo. Então acho que é amor, se você me perguntar.
- É porque- anunciou Tristan - todo apaixonado tem o coração de um louco e a cabeça de um menestrel.
- Verdade? - Disse o homenzinho, em dúvida.- Eu nunca tinha percebido..."
E acho que é só. E chega de posts gigantes por ora. Ah, piegas é a vovozinha, beleza?
Mas onde há um monstro, há um milagre...
Existe um elo entre mágico e platéia, um acordo silencioso entre as duas partes que não pode ser quebrado sob a pena de estragar o espetáculo. Vocês sabem: durante a execução da mágica, o mágico não pode deixar transparecer o segredo do truque e a platéia deve ignorar que exista ali qualquer tipo de truque
.
O que me veio à mente lendo o post desta senhorita foi que existem coisas mais fantásticas em nossas vidas do que qualquer paranormal ou qualquer fenômeno sobrenatural. O amor, como ela disse: o que é que une duas pessoas? Pergunte para um apaixonado porque é que ele ama sua pessoa amada: ele vai dizer mil coisas, encontrará mil razões e mil motivos e mil coincidências e mil coisas bobas que acabam por dizer pra ele que ele ama aquela pessoa. Você, que fez a pergunta, vai continuar sem entender nada, mas para o apaixonado é uma coisa extremamente simples: amor, oras. Sentimento que desafia as ciências, a lógica, a razão. Um mistério dos mais indecifráveis, mas que não necessita de solução. Amamos, e é o bastante.
Temos a música, também. Porque passamos uma parte enorme de nosso tempo ouvindo música? O que é que existe de tão especial nessas ondas sonoras, que juntas em harmonia tornam-se algo fantástico, indescritível, quase (quase?) divino? Gostamos de certas músicas que outras pessoas odeiam. Porque algo que é para nós tão especial é, para outro indivíduo, algo tão repugnante? Se existe algo que se aproxima realmente de magia, é a música: música nos faz chorar, nos faz sorrir, nos faz pensar, música une pessoas, música muda pessoas...Para certas pessoas, música é tudo. E deve ser, realmente. Na música existe também o elo músico-ouvintes, de forma mais forte e complicada do que no elo mágico-platéia: nesse caso, tanto músico quanto platéia não sabem ao certo onde está o truque; as vezes o músico consegue fazer a "mágica" e agradar a platéia, outras vezes não; as vezes, parte da platéia vê a mágica, e outra parte não vê...e assim por diante.
E o mesmo acontece com livros, contos, ficção em geral. Certos escritores (o melhor exemplo talvez seja Tolkien) criam mundos inteiros, com povos, culturas, línguas, músicas, história, guerras, deuses e tudo o mais. De onde saíram tais coisas? Da mente de um simples ser humano, por incrível que pareça. Seria possível chamá-lo de paranormal, mas então todos seríamos paranormais. Todos nós criamos, todos nós inventamos fantasias, uns mais e outros menos. Mas quando estas criações saem da cabeça de uma pessoa e passam a habitar a mente de outras pessoas, através de livros, filmes, histórias em quadrinhos ou simplesmente uma história contada numa roda de amigos, então aí é feita a magia, e aí se estabelece o elo entre o "mágico" e seu público.
E existem mil outras coisas inexplicáveis e incríveis e fantásticas. Não é preciso ficar olhando pela janela, esperando um dragão cruzar o céu: magia acontece todos os dias, de formas variadas, e sempre é fantástica.
...E talvez o elo entre mágico e platéia, músico e ouvintes, escritor e leitores, seja não outra coisa senão o amor assumindo outras formas, mas mantendo seu caráter mágico e inexplicável. Talvez tudo que é fantástico nesse mundo tenha suas raízes no amor, de uma forma ou de outra. Um artista faz suas melhores obras motivado pelo amor: eu não ficaria admirado em saber que Tolkien criou seu mundo fantástico pensando em uma mulher. Talvez aí esteja o segredo de tudo que é maravilhoso, fantástico e inexplicável nesse mundo.
E, aproveitando, eu acho que esse trecho de Stardust (bom e velho Neil Gaiman) resume o que quis dizer:
" - Porque esta é a única razão que um rapaz como você teria para ser tão estúpido à ponto de atravessar a fronteira e vir para o Reino das Fadas. Os únicos das suas terras que vem parar aqui são os menestréis, os apaixonados, e os loucos. E você não me parece um menestrel, e você - me desculpe dizer assim, rapaz, mas é verdade - você é tão comum quanto um buraco em um queijo. Então acho que é amor, se você me perguntar.
- É porque- anunciou Tristan - todo apaixonado tem o coração de um louco e a cabeça de um menestrel.
- Verdade? - Disse o homenzinho, em dúvida.- Eu nunca tinha percebido..."
E acho que é só. E chega de posts gigantes por ora. Ah, piegas é a vovozinha, beleza?
Ogden Nash, Dragons Are Too Seldom

Isso aí em cima é um bebê dragão. Não de verdade: ele foi fabricado para "ajudar" na divulgação de um livro. O autor deste livro teria encontrado o dragão em conserva enquanto limpava o porão, e teria pertencido à um antepassado que trabalhava. O dragão teria sido uma farsa armada pelo museu nacional da Alemanha para comprometer o museu nacional da Inglaterra, e teria ficado guardado no porão por séculos. Meses depois, descobriu-se que era tudo uma farsa pra promover um livro. Eu vi essa imagem pela primeira vez no blog do Neil Gaiman (meu autor predeleto hehe), e ele se perguntava o que aconteceria se eles abrissem o pote de formol e encontrassem algo mais que borracha ali dentro...
E se eles abrissem o pote e encontrassem um feto de bebê dragão de verdade, com orgãos, ossos, sangue e tudo mais, um dragão de verdade? E se esse pote de formol provasse que existem (ou ao menos existiram) dragões, e de repente algo que antes só existia nos livros, agora existisse no mundo real? Qual seria a reação das pessoas diante de algo tão estranho, algo (ao meu ver) tão maravilhoso? Acho que aconteceria como as matérias sensacionalistas da TV: o público ficaria interessado por uns dias, mas logo depois que o "fervo" passasse, ninguém nem mais se lembraria do fato. "Ah, é só um dragão: muda de canal, põe no Gugu" e coisas do tipo. Porque temos o péssimo hábito de se habituar com as coisas, de ignorar a possibilidade de algo além do normal e do habitual. Talvez porque haja um excesso de "fantástico" na mídia: todos os dias aparecem "paranormais" nos programas mais cabulosos da televisão, e volta e meia aparece algum Globo Repórter falando sobre Ovnis ou coisa do gênero. E ninguém mais presta atenção nessas coisas: nos habituamos a rotular ("mentira", "maluco", "truque de mágica") e ignorar logo em seguida. Eu me pergunto o que iria acontecer se um desses paranormais de programa do Ratinho fosse um paranormal de verdade. E se um deles quebrasse pratos, entortasse talheres e o escambal de verdade? Seria ignorado simplesmente, mesmo que ele conseguisse fazer as coisas mais fantásticas e impressionantes: "Ah, isso foi feito no 3dMax, tenho um amigo que sabe fazer". E, sei lá, eu não gosto muito disso.
Essa normalização do fantástico. Não que eu espere que a qualquer momento um dragão passe voando pelo céu, mas eu não consigo olhar esses paranormais e ovnis e etc. com o ceticismo ou a zombaria que a maioria olha. Eu fico pensando "E se fosse verdade?". Para alguns poucos talvez fizesse diferença que alguém possa levitar com a força do pensamento, mas para a maioria é só mais uma atração da TV. Outros se apressam em encontrar explicações científicas, embustes e truques: nada mais correto que fazer isso. Mas e se uma vez, uma única vez, só para variar, eles não encontrassem qualquer explicação, qualquer farsa, qualquer indício de truque? Eles continuariam negando até a morte, eu acho, mesmo que o dragão desse um rasante sobre eles. Muitos falam sobre o método científico, mas o que fariam se o método científico confirmasse a existência de algo inexplicável?
O objetivo desse post? Sei lá...é dizer que eu ainda teimo em acreditar em coisas fantásticas, que ainda espero ver um autêntico paranormal na televisão, e que seria bem legal ver um dragão cruzando o céu. E que esse mundo é muito chato sem o elemento fantástico, sem o elemento "e se...", e eu me recuso a olhar o mundo com esse ceticismo exagerado. Eu gosto de pensar que tudo pode acontecer, e que nada é realmente fixo e imutável nesse universo enorme e infinito. Eu gosto de pensar que coisas fantásticas existem, que o mundo é algo além do ordinário e que só é preciso ter olhos pra enxergar. E um pouco de fé nunca faz mal também. Não falo em acreditar em qualquer coisa, mas parar de duvidar de tudo. E acho que é só.

Isso aí em cima é um bebê dragão. Não de verdade: ele foi fabricado para "ajudar" na divulgação de um livro. O autor deste livro teria encontrado o dragão em conserva enquanto limpava o porão, e teria pertencido à um antepassado que trabalhava. O dragão teria sido uma farsa armada pelo museu nacional da Alemanha para comprometer o museu nacional da Inglaterra, e teria ficado guardado no porão por séculos. Meses depois, descobriu-se que era tudo uma farsa pra promover um livro. Eu vi essa imagem pela primeira vez no blog do Neil Gaiman (meu autor predeleto hehe), e ele se perguntava o que aconteceria se eles abrissem o pote de formol e encontrassem algo mais que borracha ali dentro...
E se eles abrissem o pote e encontrassem um feto de bebê dragão de verdade, com orgãos, ossos, sangue e tudo mais, um dragão de verdade? E se esse pote de formol provasse que existem (ou ao menos existiram) dragões, e de repente algo que antes só existia nos livros, agora existisse no mundo real? Qual seria a reação das pessoas diante de algo tão estranho, algo (ao meu ver) tão maravilhoso? Acho que aconteceria como as matérias sensacionalistas da TV: o público ficaria interessado por uns dias, mas logo depois que o "fervo" passasse, ninguém nem mais se lembraria do fato. "Ah, é só um dragão: muda de canal, põe no Gugu" e coisas do tipo. Porque temos o péssimo hábito de se habituar com as coisas, de ignorar a possibilidade de algo além do normal e do habitual. Talvez porque haja um excesso de "fantástico" na mídia: todos os dias aparecem "paranormais" nos programas mais cabulosos da televisão, e volta e meia aparece algum Globo Repórter falando sobre Ovnis ou coisa do gênero. E ninguém mais presta atenção nessas coisas: nos habituamos a rotular ("mentira", "maluco", "truque de mágica") e ignorar logo em seguida. Eu me pergunto o que iria acontecer se um desses paranormais de programa do Ratinho fosse um paranormal de verdade. E se um deles quebrasse pratos, entortasse talheres e o escambal de verdade? Seria ignorado simplesmente, mesmo que ele conseguisse fazer as coisas mais fantásticas e impressionantes: "Ah, isso foi feito no 3dMax, tenho um amigo que sabe fazer". E, sei lá, eu não gosto muito disso.
Essa normalização do fantástico. Não que eu espere que a qualquer momento um dragão passe voando pelo céu, mas eu não consigo olhar esses paranormais e ovnis e etc. com o ceticismo ou a zombaria que a maioria olha. Eu fico pensando "E se fosse verdade?". Para alguns poucos talvez fizesse diferença que alguém possa levitar com a força do pensamento, mas para a maioria é só mais uma atração da TV. Outros se apressam em encontrar explicações científicas, embustes e truques: nada mais correto que fazer isso. Mas e se uma vez, uma única vez, só para variar, eles não encontrassem qualquer explicação, qualquer farsa, qualquer indício de truque? Eles continuariam negando até a morte, eu acho, mesmo que o dragão desse um rasante sobre eles. Muitos falam sobre o método científico, mas o que fariam se o método científico confirmasse a existência de algo inexplicável?
O objetivo desse post? Sei lá...é dizer que eu ainda teimo em acreditar em coisas fantásticas, que ainda espero ver um autêntico paranormal na televisão, e que seria bem legal ver um dragão cruzando o céu. E que esse mundo é muito chato sem o elemento fantástico, sem o elemento "e se...", e eu me recuso a olhar o mundo com esse ceticismo exagerado. Eu gosto de pensar que tudo pode acontecer, e que nada é realmente fixo e imutável nesse universo enorme e infinito. Eu gosto de pensar que coisas fantásticas existem, que o mundo é algo além do ordinário e que só é preciso ter olhos pra enxergar. E um pouco de fé nunca faz mal também. Não falo em acreditar em qualquer coisa, mas parar de duvidar de tudo. E acho que é só.
domingo, 30 de maio de 2004
Timeless Melody
Uma melodia sempre me encontra
Sempre que a memória me traz aqui
Quebrando uma corrente na minha cabeça...
Um acorde dessa melodia me desenrola
E um ritmo dessa vida me desamarra
Acabando com o silêncio dessas horas
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
E mesmo as palavras me escapam
Mas mesmo assim elas estão aqui dentro
Eu nunca digo o que preciso dizer...
Só uma palavra, acredite
Se o mundo pudesse me ouvir
Eu tenho uma palavra silenciosa para ele...
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
Essa melodia sempre me encontra
Sempre que a memória me traz aqui
Quebrando uma corrente na minha cabeça...
Um acorde dessa melodia me desenrola
E um ritmo dessa vida me desamarra
Acabando com o silêncio dessas horas...
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
Open your mind...
Open your mind
Pearl Jam dispensa apresentações e comentários e qualquer coisa. A música não é deles (The Las...), mas isso é o de menos.
Sempre que a memória me traz aqui
Quebrando uma corrente na minha cabeça...
Um acorde dessa melodia me desenrola
E um ritmo dessa vida me desamarra
Acabando com o silêncio dessas horas
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
E mesmo as palavras me escapam
Mas mesmo assim elas estão aqui dentro
Eu nunca digo o que preciso dizer...
Só uma palavra, acredite
Se o mundo pudesse me ouvir
Eu tenho uma palavra silenciosa para ele...
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
Essa melodia sempre me encontra
Sempre que a memória me traz aqui
Quebrando uma corrente na minha cabeça...
Um acorde dessa melodia me desenrola
E um ritmo dessa vida me desamarra
Acabando com o silêncio dessas horas...
Se você olhar com sua mente
Você sabe o que vai achar?
Oh, open your mind....
Open your mind...
Open your mind
Pearl Jam dispensa apresentações e comentários e qualquer coisa. A música não é deles (The Las...), mas isso é o de menos.
sexta-feira, 28 de maio de 2004
Update
*Até ontem meu gato quase não comia. A gente levou ele na veterinária, de tão preocupante o estado do bichim: emagreceu muito, ficava só parado e não comia nem ferrando. Aí ele tomou uma injeção maluca e um vermífugo doido, e ficou uns dias comendo beeem pouquinho. Pois bem.
Hoje ele comeu o dia inteiro. Ração, pãozinho com leite, pedaço de pão puro, qualquer coisa que estivesse na frente. Sem contar as sucessivas tentativas de invadir a mesa do almoço e a tentativa suicida de pular no meu pratinho de pudim. Tá até gordo, o bichinho. Acho que criamos um Garfield...
*A festinha do vizinho continuou hoje. Hoje sem cavaquinho, graças a Deus. Em compensação, um deles tocava um daqueles instrumentos de tortura medieval, como é que chama mesmo? Ah, isso, sanfona! Um deles tocava sanfona! Parecia uma festa junina! Quanta emoção! Quanta alegria! E qual não foi minha surpresa quando, no caminho da padaria (sim, eu saio de casa), ao passar ao lado da casa do vizinho, encontro o portão lateral aberto e vejo quem são os festeiros: um bando de velhinhos, cada qual com um instrumento, sentados numa rodinha e alguns espectadores assistindo o show (entre eles, meu avô). Saí correndo antes que meu avô me visse e me chamasse pra assistir. Credo. Se amanhã eles se reunírem de novo (que eles vão tocar dessa vez? Demônios da Garoa? Chorinho??), eu chamo a polícia!
O Dia Que A Casa Caiu
Hoje ele comeu o dia inteiro. Ração, pãozinho com leite, pedaço de pão puro, qualquer coisa que estivesse na frente. Sem contar as sucessivas tentativas de invadir a mesa do almoço e a tentativa suicida de pular no meu pratinho de pudim. Tá até gordo, o bichinho. Acho que criamos um Garfield...
*A festinha do vizinho continuou hoje. Hoje sem cavaquinho, graças a Deus. Em compensação, um deles tocava um daqueles instrumentos de tortura medieval, como é que chama mesmo? Ah, isso, sanfona! Um deles tocava sanfona! Parecia uma festa junina! Quanta emoção! Quanta alegria! E qual não foi minha surpresa quando, no caminho da padaria (sim, eu saio de casa), ao passar ao lado da casa do vizinho, encontro o portão lateral aberto e vejo quem são os festeiros: um bando de velhinhos, cada qual com um instrumento, sentados numa rodinha e alguns espectadores assistindo o show (entre eles, meu avô). Saí correndo antes que meu avô me visse e me chamasse pra assistir. Credo. Se amanhã eles se reunírem de novo (que eles vão tocar dessa vez? Demônios da Garoa? Chorinho??), eu chamo a polícia!
O Dia Depois de Amanhã é café pequeno. Presento-lhes:
(tãn-tãããã!!)
O filme começa em um laboratório de alta tecnologia super-ultra-secreto. Pessoas trabalhando, cientistas concentrados. Barulho de luta: em uma das bancadas está o Dr. Steven Seagal (interpretado pelo ator de mesmo nome), que luta com ninjas terroristas Paquistaneses enquanto analisa algum aparelho cheio de gráficos, sensores, displays e mapas do planeta Terra. Ele parece preocupado e fala coisas como "não é possível!" enquanto espanca os ninjas. "Preciso falar com o Presidente dos Iuéssei!"
Vamos para a Casa Branca. Steven Seagal está explicando para o Presidente (interpretado por Mike Myers) que ele descobriu que o planeta Terra está com os dias contados. Seagal explica que o derretimento das calotas polares, associado ao fenômeno do El Niño, está aumentando o volume de água nos oceanos, o que irá matar por afogamento todas as baleias em algumas semanas. A extinção das baleias causará uma explosão demográfica dos Plânctons, que logo (minutos após a morte das baleias) desenvolverão inteligência e decidirão destruir a civilização humana e dominar o planeta Terra. Ah, e um imenso asteróide está em rota de colisão com a Terra. Mike Myers não dá atenção para Steven Seagal, que parte imediatamente para preparar um frente de combate aos plânctons.
SEMANAS DEPOIS
Todas as baleias morrem. Em cena triste e tocante, temos Natalie Portman, ativista do Green Peace, tentando inutilmente salvar uma baleio-orca que morre em seus braços. Minutos depois, o barco onde ela estava é atacado por plânctons, que matam toda a tripulação exceto Natalie Portman. Outra cena: Bruce Willis está em sua plataforma petrolífera quando recebe uma ligação do presidente dos EUA perguntando se ele poderia salvar a Terra de um asteróide gigante. Bruce Willis diz não. Mansão de Johnny Deep, em Hollywood: telefone toca, Johnny Deep atende (obviamente totalmente chapado), é o presidente dos EUA. Johnny Deep diz sim.
As cidades costeiras começam a ser invadidas pelos plânctons, que escravizam a população e promovem o caos generalizado. O Rio de Janeiro é destruído por uma onda gigantesca que submerge a cidade. Sobra somente a cabeça do Cristo Redentor, e no alto dela está o Cabeção, da novela Malhação, o único sobrevivente da destruição da cidade. Inglaterra: os plânctons dominam as cidades costeiras e tentam invadir Londres, mas a Resistência (liderada por Noel Gallagher) consegue conter seus avanços. Nova York é destruída por uma onda gigante. Não sobra nem a tocha da Estátua da Liberdade pra contar história. Steven Seagal morre afogado durante a destruição de Nova York. Em Ohio, Tenesse, Massachussets, um adolescente (interpretado por Jack Black) descobre que os plânctons morrem ao ouvir o acústico do Zeca Pagodinho.
(Fim da primeira parte)
(tãn-tãããã!!)
O filme começa em um laboratório de alta tecnologia super-ultra-secreto. Pessoas trabalhando, cientistas concentrados. Barulho de luta: em uma das bancadas está o Dr. Steven Seagal (interpretado pelo ator de mesmo nome), que luta com ninjas terroristas Paquistaneses enquanto analisa algum aparelho cheio de gráficos, sensores, displays e mapas do planeta Terra. Ele parece preocupado e fala coisas como "não é possível!" enquanto espanca os ninjas. "Preciso falar com o Presidente dos Iuéssei!"
Vamos para a Casa Branca. Steven Seagal está explicando para o Presidente (interpretado por Mike Myers) que ele descobriu que o planeta Terra está com os dias contados. Seagal explica que o derretimento das calotas polares, associado ao fenômeno do El Niño, está aumentando o volume de água nos oceanos, o que irá matar por afogamento todas as baleias em algumas semanas. A extinção das baleias causará uma explosão demográfica dos Plânctons, que logo (minutos após a morte das baleias) desenvolverão inteligência e decidirão destruir a civilização humana e dominar o planeta Terra. Ah, e um imenso asteróide está em rota de colisão com a Terra. Mike Myers não dá atenção para Steven Seagal, que parte imediatamente para preparar um frente de combate aos plânctons.
SEMANAS DEPOIS
Todas as baleias morrem. Em cena triste e tocante, temos Natalie Portman, ativista do Green Peace, tentando inutilmente salvar uma baleio-orca que morre em seus braços. Minutos depois, o barco onde ela estava é atacado por plânctons, que matam toda a tripulação exceto Natalie Portman. Outra cena: Bruce Willis está em sua plataforma petrolífera quando recebe uma ligação do presidente dos EUA perguntando se ele poderia salvar a Terra de um asteróide gigante. Bruce Willis diz não. Mansão de Johnny Deep, em Hollywood: telefone toca, Johnny Deep atende (obviamente totalmente chapado), é o presidente dos EUA. Johnny Deep diz sim.
As cidades costeiras começam a ser invadidas pelos plânctons, que escravizam a população e promovem o caos generalizado. O Rio de Janeiro é destruído por uma onda gigantesca que submerge a cidade. Sobra somente a cabeça do Cristo Redentor, e no alto dela está o Cabeção, da novela Malhação, o único sobrevivente da destruição da cidade. Inglaterra: os plânctons dominam as cidades costeiras e tentam invadir Londres, mas a Resistência (liderada por Noel Gallagher) consegue conter seus avanços. Nova York é destruída por uma onda gigante. Não sobra nem a tocha da Estátua da Liberdade pra contar história. Steven Seagal morre afogado durante a destruição de Nova York. Em Ohio, Tenesse, Massachussets, um adolescente (interpretado por Jack Black) descobre que os plânctons morrem ao ouvir o acústico do Zeca Pagodinho.
(Fim da primeira parte)
quinta-feira, 27 de maio de 2004
Tem dia que é foda...
Tá rolando um...um....um pa...um pago....argh...tá rolando um pagode no vizinho.
Bom Jesus.
Santo Deus.
Sagrado Alá.
Elevado Buda.
Meu Padim Padi Ciço.
Tem até cavaquinho. Cavaquinho!!
Assim não dá...
Bom Jesus.
Santo Deus.
Sagrado Alá.
Elevado Buda.
Meu Padim Padi Ciço.
Tem até cavaquinho. Cavaquinho!!
Assim não dá...
quarta-feira, 26 de maio de 2004
Can't get rid of this blue sun...
E então o frio voltou. Ele já estava indo embora, aos poucos, de leve. Mas ontem de noite o frio voltou, com força, fé e coragem. Ah, o frio.
Frio mesmo. Ei, isso aqui não é nenhuma metáfora pra nada: é frio, véi. Tô escrevendo isso aqui enrolado em um cobertor, de blusa, calça comprida e duas meias em cada pé. Meu nariz parece uma batata vermelha, meus dedos não sentem as teclas e eu tremo só de pensar que tenho que tomar banho daqui a pouco (na verdade, o banho-cozimento é bom: o problema é sair dele). E por mim, esse frio pode continuar. Nada melhor que ficar enrolado nesse cobertor, fones de ouvido pra esquentar as orelhas e providenciar a trilha sonora, fuçando na internet ou então lendo alguma coisa.
Porquê eu não tenho escrito aqui: eu não sei. Hehehe. Sério, eu tenho andado sem idéias do que escrever, e com um pouco de preguiça de sentar aqui e bater cabeça com o editor de textos em branco. Com um pouco de falta de tempo também, de certa: o senhor Nicolau andou tendo umas complicações, tivemos que levar ele na veterinária (nada grave, ele tá melhorando já); e eu PRECISO terminar de ler os livros do Harry Potter =). Tá, eu sei, eu devo ser a única pessoa alfabetizada na face da Terra que ainda não leu esses livros. Fazer o quê se eu vivo perdendo tempo na vida mesmo, mas antes tarde do que nunca. Fazia teeempo que eu falava que ia ler esses livros, aí uma bela noite no MSN a senhorita Marta me recomendou, me incitou, me induziu, me forçou a ler, ameaçou-me se eu não lê-se a série. Aí eu criei coragem e comecei a ler, e confirmei o que todos já sabiam: eu sou uma anta e devia ter lido estes livros faz tempo. Muito legais. Estou no terceiro livro já (haa, e agora eu sei quem é Sirius Black! Finalmente! E, sim, os dementadores são espectros-do-Anel que ficaram sem emprego após a destruição do Um Anel!), e não consigo parar de ler. Quer dizer, consigo, mas só pra comer alguma coisa e escrever nesse blog.
E por hora é só. Mais posts no decorrer da madrugada, se a inspiração chegar.
Frio mesmo. Ei, isso aqui não é nenhuma metáfora pra nada: é frio, véi. Tô escrevendo isso aqui enrolado em um cobertor, de blusa, calça comprida e duas meias em cada pé. Meu nariz parece uma batata vermelha, meus dedos não sentem as teclas e eu tremo só de pensar que tenho que tomar banho daqui a pouco (na verdade, o banho-cozimento é bom: o problema é sair dele). E por mim, esse frio pode continuar. Nada melhor que ficar enrolado nesse cobertor, fones de ouvido pra esquentar as orelhas e providenciar a trilha sonora, fuçando na internet ou então lendo alguma coisa.
Porquê eu não tenho escrito aqui: eu não sei. Hehehe. Sério, eu tenho andado sem idéias do que escrever, e com um pouco de preguiça de sentar aqui e bater cabeça com o editor de textos em branco. Com um pouco de falta de tempo também, de certa: o senhor Nicolau andou tendo umas complicações, tivemos que levar ele na veterinária (nada grave, ele tá melhorando já); e eu PRECISO terminar de ler os livros do Harry Potter =). Tá, eu sei, eu devo ser a única pessoa alfabetizada na face da Terra que ainda não leu esses livros. Fazer o quê se eu vivo perdendo tempo na vida mesmo, mas antes tarde do que nunca. Fazia teeempo que eu falava que ia ler esses livros, aí uma bela noite no MSN a senhorita Marta me recomendou, me incitou, me induziu, me forçou a ler, ameaçou-me se eu não lê-se a série. Aí eu criei coragem e comecei a ler, e confirmei o que todos já sabiam: eu sou uma anta e devia ter lido estes livros faz tempo. Muito legais. Estou no terceiro livro já (haa, e agora eu sei quem é Sirius Black! Finalmente! E, sim, os dementadores são espectros-do-Anel que ficaram sem emprego após a destruição do Um Anel!), e não consigo parar de ler. Quer dizer, consigo, mas só pra comer alguma coisa e escrever nesse blog.
E por hora é só. Mais posts no decorrer da madrugada, se a inspiração chegar.
domingo, 23 de maio de 2004
Extremos
Hoje de tarde eu perdi toda minha fé na humanidade. Todas minhas dúvidas existenciais tiveram resposta: "sim, é tudo uma bosta.". Não existirá nada sagrado nesse mundo, nada que os porcos não possam chafundar suas faces sujas e estragar? Não existe mais respeito, nem mesmo pelas coisas mais importantes? Aonde estão os valores que nos separam das bestas? Somos piores que bestas, que animais, pois animais não fazem o que eu vi um ser humano fazendo. Ser humano!
Hoje de tarde eu vi um calouro do Raul Gil destroçando, destruindo, despedaçando "With or Without You" do U2.
Aí hoje de noite eu recuperei minha fé na humanidade. Em exatos 5 minutos e 42 segundos eu vi que viver valhia a pena, que o mundo é belo, que as pessoas podem ser felizes e tudo há de dar certo no final. Sim, existe algo sagrado nesse mundo, existem coisas belas e existem coisas pelas quais vale à pena viver. Vale a pena se esforçar, e tentar ser algo mais do que já somos, existe sentido em almejar a perfeição e querer alcançar o infinito. Sim, existe amor, sim, existe beleza, sim, existe algo mais do que a podridão que nos enfrenta todo dia. Existe algo tão grande que não cabe em palavras e se manifesta em música.
Eu ouvi "Real Good Looking Boy", música nova do The Who.
Hoje de tarde eu vi um calouro do Raul Gil destroçando, destruindo, despedaçando "With or Without You" do U2.
Aí hoje de noite eu recuperei minha fé na humanidade. Em exatos 5 minutos e 42 segundos eu vi que viver valhia a pena, que o mundo é belo, que as pessoas podem ser felizes e tudo há de dar certo no final. Sim, existe algo sagrado nesse mundo, existem coisas belas e existem coisas pelas quais vale à pena viver. Vale a pena se esforçar, e tentar ser algo mais do que já somos, existe sentido em almejar a perfeição e querer alcançar o infinito. Sim, existe amor, sim, existe beleza, sim, existe algo mais do que a podridão que nos enfrenta todo dia. Existe algo tão grande que não cabe em palavras e se manifesta em música.
Eu ouvi "Real Good Looking Boy", música nova do The Who.
sexta-feira, 21 de maio de 2004
Novo Template e Gato Novo
E aqui está o template novo! "É layout que fala, seu imbecil." Ha, eu sei que é. E aqui está o template novo! Tcharããã! E aí, que acharam?
"Cadê os sapos?"
Então. Tô pensando ainda se devo voltar com o Sapo do Mês. Altas questões filosóficas, psicológicas, espirituais e eletrônicas me fazem questionar a recolocação do cargo de Sapo do Mês. Talvez eu coloque um close do meu nariz, e dê a ele o título de "Napa do Ano". Tudo depende do tamanho psicológico da minha bolsa escrotal.
Ninguém nunca sugere nada, mas se alguém quiser sugerir alguma coisa pro template novo, alguma mudança, alguma alteração, alguma coisa faltando, algum erro, enfim, qualquer tipo de merda, por favor manifeste-se nos comentários. Se quiserem falar que o template ficou massa nos comentários, meu ego nerd agradece. Se quiserem me contratar para fazer templates, eu cobro baratinho. Se quiseremahmasquesefoda.
Hmm, que mais faltava falar do template...Acho que nada. Ufa. Consegui fazer. Nem deu tanto trabalho quanto eu esperava, apesar de quase ter mandado tudo à merda umas 2241572 vezes. =P
E agora, o gato. Este aqui é o senhor Nicolau Messias. Nicolau porquê é um nome estiloso, e Messias em homenagem ao personagem do Laerte (o filho do Gato). Sim, meu gato vai ter crise de identidade, mas ele vai ter um puta nome estáile. Ele é da raça Turncan (o quê? nunca ouviu falar?), tem 40 dias e é Corinthiano. Nicolau (Nick pros chegados) já consegue subir no sofá sozinho, gosta de se esconder atrás das fitas de vídeo na estante da TV, consegue escalar qualquer perna humana sem problemas, tentou escalar um braço (meu) mas foi repreendido, enfrentou bravamente e matou uma tampinha de pincel atômico, e dá um trabalho enorme pra dormir. Mas, porra, ele é muito massa. Eu até diria que ele é fofo. Mó gracinha, vai. Lindim de tudo. Ok, ok, modo beecha off.
Enfim, esse é o Nicolau Messias.

Nicolai Messiah - A keen cat
CSS = Caralho de Style Sheet
"Cadê os sapos?"
Então. Tô pensando ainda se devo voltar com o Sapo do Mês. Altas questões filosóficas, psicológicas, espirituais e eletrônicas me fazem questionar a recolocação do cargo de Sapo do Mês. Talvez eu coloque um close do meu nariz, e dê a ele o título de "Napa do Ano". Tudo depende do tamanho psicológico da minha bolsa escrotal.
Ninguém nunca sugere nada, mas se alguém quiser sugerir alguma coisa pro template novo, alguma mudança, alguma alteração, alguma coisa faltando, algum erro, enfim, qualquer tipo de merda, por favor manifeste-se nos comentários. Se quiserem falar que o template ficou massa nos comentários, meu ego nerd agradece. Se quiserem me contratar para fazer templates, eu cobro baratinho. Se quiseremahmasquesefoda.
Hmm, que mais faltava falar do template...Acho que nada. Ufa. Consegui fazer. Nem deu tanto trabalho quanto eu esperava, apesar de quase ter mandado tudo à merda umas 2241572 vezes. =P
E agora, o gato. Este aqui é o senhor Nicolau Messias. Nicolau porquê é um nome estiloso, e Messias em homenagem ao personagem do Laerte (o filho do Gato). Sim, meu gato vai ter crise de identidade, mas ele vai ter um puta nome estáile. Ele é da raça Turncan (o quê? nunca ouviu falar?), tem 40 dias e é Corinthiano. Nicolau (Nick pros chegados) já consegue subir no sofá sozinho, gosta de se esconder atrás das fitas de vídeo na estante da TV, consegue escalar qualquer perna humana sem problemas, tentou escalar um braço (meu) mas foi repreendido, enfrentou bravamente e matou uma tampinha de pincel atômico, e dá um trabalho enorme pra dormir. Mas, porra, ele é muito massa. Eu até diria que ele é fofo. Mó gracinha, vai. Lindim de tudo. Ok, ok, modo beecha off.
Enfim, esse é o Nicolau Messias.

Nicolai Messiah - A keen cat
Não, não coloquei o template novo ainda. Não, não vou postar nada que preste antes de colocar o template novo. Não, não tá dando certo. Não, não tô achando a fonte certa pra fazer a barrinha de info. Não, não, viado é o senhor teu pai. Não, não, mal ae, teu pai não é viado, ele já deve ter trocado de sexo e é mulher agora. Não, não, ah, que se foda, depois do almoço eu mexo com essa merda.
E depois eu volto apagando esse monte de posts minúsculos.
E depois eu volto apagando esse monte de posts minúsculos.
quinta-feira, 20 de maio de 2004
Fingindo que posto...
- Template novo quase pronto. Vou "instalar" ele no blog hoje de madrugada, então se alguém ouvir um longínguo "Putaquepariucomoeuodeiohtmldátudoerradonessamerda!!!!", já sabem quem é.
- E preciso falar do novo integrante aqui de casa, o ilústrissimo Nicolau Messias =).
- Acho que é só. Xô ir lá jogar Warcraft 3, despues eu volto!
- E preciso falar do novo integrante aqui de casa, o ilústrissimo Nicolau Messias =).
- Acho que é só. Xô ir lá jogar Warcraft 3, despues eu volto!
quarta-feira, 19 de maio de 2004
Ahm
I'm questioning my education
rewinding, what does it show?
could be...the truth it becomes you?
i'm a seed, wondering why it grows...
rewinding, what does it show?
could be...the truth it becomes you?
i'm a seed, wondering why it grows...
terça-feira, 18 de maio de 2004
Além das Planícies e Mais Além
(Traduçãozinha tosca de Over the Hills And Far Away. Não, não aquela do Nightwish. Aposto que por um segundo vocês acharam que eu tava ouvindo metal melódico, né? Sorry, baby, eu sou fiel às minhas raízes grunge-punk-alternativa-clássicas. Isso aqui, senhores, é Led Zeppelin em estado bruto. Over The Hills And Far Away.)
Tantas vezes amei, e tantas vezes fui magoado.
Tantas vezes eu somente observei a estrada à minha frente...
Tantas vezes menti, e tantas vezes escutei.
Tantas vezes me perguntei quanto de tudo ainda falta conhecer...
Tantos sonhos tornam realidade, e alguns estão escritos nas estrelas
Pelos meus sonhos eu vivo, e talvez um punhado de ouro...
Tristonho é o homem que conhece aquilo que lhe falta.
Tantas e tantas pessoas não conseguem ver a estrada à sua frente...
Tantas é uma palavra que só te deixa pensando.
Pensando sobre coisas que você já devia saber...
Você já devia saber...
Tantas vezes amei, e tantas vezes fui magoado.
Tantas vezes eu somente observei a estrada à minha frente...
Tantas vezes menti, e tantas vezes escutei.
Tantas vezes me perguntei quanto de tudo ainda falta conhecer...
Tantos sonhos tornam realidade, e alguns estão escritos nas estrelas
Pelos meus sonhos eu vivo, e talvez um punhado de ouro...
Tristonho é o homem que conhece aquilo que lhe falta.
Tantas e tantas pessoas não conseguem ver a estrada à sua frente...
Tantas é uma palavra que só te deixa pensando.
Pensando sobre coisas que você já devia saber...
Você já devia saber...
segunda-feira, 17 de maio de 2004
Birthright
E hoje eu tô afim de falar de gibi! Segura aí...
Birthright é uma minissérie (gibis, my friend) que trata da origem e dos primeiros anos do Superhomem. "Que nem Smallville?". Másomenos...Smallville trata da adolescência do Azulão, enquanto que Birthright meio que pula essa parte e concentra-se na origem da identidade Superhomem. O primeiro número mostra aquela cena clássica de Krypton indo pra bosta e os pais do Azulão tentando dramaticamente salvar o pimpolho da morte iminente. É preciso mencionar que o Leinil Yu (desenhista do bagumelo) caprichou na hora de inventar os kryptonianos. Aparecem guerreiros, soldados, naves espaciais e o caralho à quatro, todos simplesmente animais: quem sabe a DC não quer lançar uma minissérie usando as invenções do Leinil Yu. Aliás, que merda de nome é Leinil Yu? Enfim, após mostrar a chegada do super-pimpolho na Terra, o gibi avança até a idade adulta do figura (Clark Kent pros chegados). Ele acaba de se formar jornalista e viaja pelo mundo escrevendo artigos e vendendo estes para os jornais. Ele acaba se envolvendo em uma chacina tribal por motivos políticos na África, e chega à conclusão que é hora de usar seus poderes para tentar fazer alguma coisa pelo mundo, e também para tentar conhecer à si mesmo. Ele então parte para um retiro espiritual na Índia, onde ele conhece...na verdade, ele não vai pra Índia.
Em seguida a série mostra o surgimento do uniforme, o surgimento de Clark Kent nerd-version, a reação dos Kent à partida do filho, a chegada de Clark em Metrópolis, Planeta Diário, Perry White, Jimmy Olsen, Lois Lane e, lógico, Lex Luthor. Todos os personagens secundários são apresentados, e de forma bastante interessante. Lois Lane não muda: a jornalista perfeita, eficiente e implacável porém totalmente mala. Um detalhe que eu achei legal: todas as manhãs ela encontra-se com Perry White (editor do Planeta) para meter o bedelho na edição do jornal. O gibi mostra Perry totalmente irritado e nervoso com ela, porém totalmente subserviente, sem nem ao menos abrir a boca (ele escreve em um papel as razões porque ele deve mantê-la no jornal e as razões para se livrar dela: ele mantém ela somente por não ter um bom lugar pra esconder o corpo...). E tem Lex Luthor...
Lex Luthor é um filha da puta. O gibi deixa isso bem claro: Lex é um gênio, inteligentíssimo, capaz desde criança de entender as coisas mais complexas e inventar coisas maravilhosas. Porém ele considera-se um alienígena em meio aos seres humanos: as pessoas normais não conseguem entendê-lo, ele não entende elas, e então cria-se uma relação de medo e ódio. Lex odeia a humanidade como um todo, e a humanidade teme ele (e ele sabe disso, e isso só aumenta o ódio). O personagem de Lex é bastante forte, talvez mais forte que o próprio Superman: você lê o gibi e pensa: "puta, se eu encontro um babaca desses na minha frente eu arrebento...". Mas isso é trabalho pro azulão.

A série mostra o momento em que Superhomem( e Clark Kent) desafia o império de Luthor, e o magnífico contra-golpe de Luthor para acabar com a ameaça que Superhomem representa: primeiro Luthor acaba com a credibilidade dele, alimentando o medo do público, depois usa sua arma secreta-não-tão-secreta (kryptonita na bunda do Superhomem) e então forja uma invasão alienígena que só pode ser detida por...ele mesmo, Lex Luthor. E então...e então eu não sei ainda: os dois últimos números ainda não saíram, e eu não tenho idéia do que vai acontecer. (...). Tá, tá, todos sabemos o que vai acontecer. Mas um pouco de suspense nunca faz mal.
"Tá, mas onde eu compro essa merda pra ler?"
Ah, essa merda ainda não foi publicada por aqui ainda. Eu li graças à pirataria internética de gibis escaneados por almas bondosas que acreditam que todos devem ler gibi.
"Que sacanagem!"
É, e você não pega mp3? De qualquer forma, quando essa série sair aqui no Brasil eu pretendo comprá-la. Nada como sentir a textura do papel, sentir o cheiro de gibi novo, ver as figuras com calma e definição, e principalmente ter alguma coisa pra ler no banheiro.
Off he goes...
Alta Fidelidade? Que isso? Nunca ouvi falar...
Birthright é uma minissérie (gibis, my friend) que trata da origem e dos primeiros anos do Superhomem. "Que nem Smallville?". Másomenos...Smallville trata da adolescência do Azulão, enquanto que Birthright meio que pula essa parte e concentra-se na origem da identidade Superhomem. O primeiro número mostra aquela cena clássica de Krypton indo pra bosta e os pais do Azulão tentando dramaticamente salvar o pimpolho da morte iminente. É preciso mencionar que o Leinil Yu (desenhista do bagumelo) caprichou na hora de inventar os kryptonianos. Aparecem guerreiros, soldados, naves espaciais e o caralho à quatro, todos simplesmente animais: quem sabe a DC não quer lançar uma minissérie usando as invenções do Leinil Yu. Aliás, que merda de nome é Leinil Yu? Enfim, após mostrar a chegada do super-pimpolho na Terra, o gibi avança até a idade adulta do figura (Clark Kent pros chegados). Ele acaba de se formar jornalista e viaja pelo mundo escrevendo artigos e vendendo estes para os jornais. Ele acaba se envolvendo em uma chacina tribal por motivos políticos na África, e chega à conclusão que é hora de usar seus poderes para tentar fazer alguma coisa pelo mundo, e também para tentar conhecer à si mesmo. Ele então parte para um retiro espiritual na Índia, onde ele conhece...na verdade, ele não vai pra Índia.
Em seguida a série mostra o surgimento do uniforme, o surgimento de Clark Kent nerd-version, a reação dos Kent à partida do filho, a chegada de Clark em Metrópolis, Planeta Diário, Perry White, Jimmy Olsen, Lois Lane e, lógico, Lex Luthor. Todos os personagens secundários são apresentados, e de forma bastante interessante. Lois Lane não muda: a jornalista perfeita, eficiente e implacável porém totalmente mala. Um detalhe que eu achei legal: todas as manhãs ela encontra-se com Perry White (editor do Planeta) para meter o bedelho na edição do jornal. O gibi mostra Perry totalmente irritado e nervoso com ela, porém totalmente subserviente, sem nem ao menos abrir a boca (ele escreve em um papel as razões porque ele deve mantê-la no jornal e as razões para se livrar dela: ele mantém ela somente por não ter um bom lugar pra esconder o corpo...). E tem Lex Luthor...
Lex Luthor é um filha da puta. O gibi deixa isso bem claro: Lex é um gênio, inteligentíssimo, capaz desde criança de entender as coisas mais complexas e inventar coisas maravilhosas. Porém ele considera-se um alienígena em meio aos seres humanos: as pessoas normais não conseguem entendê-lo, ele não entende elas, e então cria-se uma relação de medo e ódio. Lex odeia a humanidade como um todo, e a humanidade teme ele (e ele sabe disso, e isso só aumenta o ódio). O personagem de Lex é bastante forte, talvez mais forte que o próprio Superman: você lê o gibi e pensa: "puta, se eu encontro um babaca desses na minha frente eu arrebento...". Mas isso é trabalho pro azulão.

A série mostra o momento em que Superhomem( e Clark Kent) desafia o império de Luthor, e o magnífico contra-golpe de Luthor para acabar com a ameaça que Superhomem representa: primeiro Luthor acaba com a credibilidade dele, alimentando o medo do público, depois usa sua arma secreta-não-tão-secreta (kryptonita na bunda do Superhomem) e então forja uma invasão alienígena que só pode ser detida por...ele mesmo, Lex Luthor. E então...e então eu não sei ainda: os dois últimos números ainda não saíram, e eu não tenho idéia do que vai acontecer. (...). Tá, tá, todos sabemos o que vai acontecer. Mas um pouco de suspense nunca faz mal.
"Tá, mas onde eu compro essa merda pra ler?"
Ah, essa merda ainda não foi publicada por aqui ainda. Eu li graças à pirataria internética de gibis escaneados por almas bondosas que acreditam que todos devem ler gibi.
"Que sacanagem!"
É, e você não pega mp3? De qualquer forma, quando essa série sair aqui no Brasil eu pretendo comprá-la. Nada como sentir a textura do papel, sentir o cheiro de gibi novo, ver as figuras com calma e definição, e principalmente ter alguma coisa pra ler no banheiro.
Off he goes...
Top 5 Discos dos Beatles
5. Help!
4. Let It Be (tanto o vestido como o pelado)
3. Álbom Branco
2. Revolver
1. Sgt. Peppers
(nota: empate de gosto entre Sgt. Peppers e Revolver. Tentei desempatar contando as músicas que eu não gosto nos dois álbuns, deu empate de novo: I Want to Tell You no Revolver e Mr. Kite no Sgt. Peppers. Aí começou a tocar Fixing a Hole no Winamp e Sgt. Peppers ganhou.)
Top 5 Histórias do Neil Gaiman
5. Entes Queridos.
4. Cavalaria (primeiro conto do Smoke and Mirrors).
3. A primeira minisséria da Morte (aquela com o carinha que quer se matar).
2. Stardust.
1. Neverwhere.
(nota pra senhorita Ágata: Já leu Neverwhere, dona? LEIA! É foda!)
Top 5 Filmes da Sessão da Tarde
5. (Eu não lembro o nome dessa merda, mas era um da série da Pantera Cor-de-Rosa, com o Inspetor Closeau e o guarda-costas-ninja dele...era muito massa, só lembro disso).
4. Vice-Versa (quem se lembrar dessa pérola ganha um prêmio)
3. Indiana Jones e o Templo da Perdição.
2. Goonies.
1. Curtindo a Vida Adoidado.
(nota: na verdade não tenho nada a acrescentar, mas todas as outras listas tem notas, então eu resolvi colocar uma nota nesta aqui. Sim, doente, eu sei.)
Top 5 Bolachas Recheada
5. Bolacha Recheada Genérica (Marilan) - sabor chocolate
4. Oreo (Nabisco)
3. Bono(São Luiz) - sabor Chocolate
2. Bono (São Luiz) - sabor Pão de Mel.
1. Chocolícia (Nabisco).
(nota: antes a Chocolícia vinha em uma caixinha estáile e era MAIOR do que hoje em dia. Ou então fui eu que cresci, o que é provável: eu tenho a impressão de que quando eu era pequeno o xitus bolinha era maior. De qualquer forma, o gosto viciante de chocolate da Chocolícia continua o mesmo. É bom pra caralho.)
5. Help!
4. Let It Be (tanto o vestido como o pelado)
3. Álbom Branco
2. Revolver
1. Sgt. Peppers
(nota: empate de gosto entre Sgt. Peppers e Revolver. Tentei desempatar contando as músicas que eu não gosto nos dois álbuns, deu empate de novo: I Want to Tell You no Revolver e Mr. Kite no Sgt. Peppers. Aí começou a tocar Fixing a Hole no Winamp e Sgt. Peppers ganhou.)
Top 5 Histórias do Neil Gaiman
5. Entes Queridos.
4. Cavalaria (primeiro conto do Smoke and Mirrors).
3. A primeira minisséria da Morte (aquela com o carinha que quer se matar).
2. Stardust.
1. Neverwhere.
(nota pra senhorita Ágata: Já leu Neverwhere, dona? LEIA! É foda!)
Top 5 Filmes da Sessão da Tarde
5. (Eu não lembro o nome dessa merda, mas era um da série da Pantera Cor-de-Rosa, com o Inspetor Closeau e o guarda-costas-ninja dele...era muito massa, só lembro disso).
4. Vice-Versa (quem se lembrar dessa pérola ganha um prêmio)
3. Indiana Jones e o Templo da Perdição.
2. Goonies.
1. Curtindo a Vida Adoidado.
(nota: na verdade não tenho nada a acrescentar, mas todas as outras listas tem notas, então eu resolvi colocar uma nota nesta aqui. Sim, doente, eu sei.)
Top 5 Bolachas Recheada
5. Bolacha Recheada Genérica (Marilan) - sabor chocolate
4. Oreo (Nabisco)
3. Bono(São Luiz) - sabor Chocolate
2. Bono (São Luiz) - sabor Pão de Mel.
1. Chocolícia (Nabisco).
(nota: antes a Chocolícia vinha em uma caixinha estáile e era MAIOR do que hoje em dia. Ou então fui eu que cresci, o que é provável: eu tenho a impressão de que quando eu era pequeno o xitus bolinha era maior. De qualquer forma, o gosto viciante de chocolate da Chocolícia continua o mesmo. É bom pra caralho.)
domingo, 16 de maio de 2004
Blank PagesAll I know, all I do, doesn't mean that much..." - Velvet Crush - My Blank Pages
Acho que eu queria escrever alguma coisa séria por aqui. Faz algum tempo que eu tento cuspir um post filosófico-pensativo, mas no momento eu não estou com muita vontade de tentar entender o mundo, ou falar de meus problemas, ou chorar as pitangas via escrita. Sim, sim, como eu disse tem algum post sério aqui querendo sair, mas ele vai ficar quieto e calado no canto dele. Não, não tô interessado no que ele tem à dizer. Melhor escrever outras coisas do que ficar tentando vomitar =P.
"Dear Prudence...open up your eyes
Dear Prudence...see the sunny skies" - Beatles (e quem mais?) - Dear Prudence
P.S.: Dias extremamente frios com o céu limpo e ensolarado ruleiam absolutamente. Ganham até dos dias frios acompanhados de chuva ininterrupta. E viado é o seu progenitor, aquele queima-rosca.
sábado, 15 de maio de 2004
Moses
"If the sky's gonna fall down, let it fall on me
If it's gonna rain down, it can rain on me
It can rain on me..." CP - Moses
Tô com várias idéias de posts, sobre várias coisas legais, várias histórias absurdas esperando pra ser contadas, várias besteiras à serem ditas e várias outras merdas à serem despejadas aqui. Ok, na verdade, eu já pensei em dois posts que seriam legais de escrever e é só. Mas antes de escrever estes posts eu preciso escrever outro dizendo alguma coisa um pouco séria (pra mim), alguma coisa importante que eu não tenho a menor idéia do que seja. Sabe quando a gente fica com alguma coisa entalada na garganta (ou melhor, na cabeça), alguma conclusão sobre alguma coisa, algum aprendizado secreto que mudará completamente minha vida durante 15 segundos e depois desaparecerá completamente? Pois é.
"Então vai ficar aí batendo cabeça com o editor de texto?"
Não, zé mané, vou lá comer a pizza que minha mãe fez! Nhamm...
Dangertown
If it's gonna rain down, it can rain on me
It can rain on me..." CP - Moses
Tô com várias idéias de posts, sobre várias coisas legais, várias histórias absurdas esperando pra ser contadas, várias besteiras à serem ditas e várias outras merdas à serem despejadas aqui. Ok, na verdade, eu já pensei em dois posts que seriam legais de escrever e é só. Mas antes de escrever estes posts eu preciso escrever outro dizendo alguma coisa um pouco séria (pra mim), alguma coisa importante que eu não tenho a menor idéia do que seja. Sabe quando a gente fica com alguma coisa entalada na garganta (ou melhor, na cabeça), alguma conclusão sobre alguma coisa, algum aprendizado secreto que mudará completamente minha vida durante 15 segundos e depois desaparecerá completamente? Pois é.
"Então vai ficar aí batendo cabeça com o editor de texto?"
Não, zé mané, vou lá comer a pizza que minha mãe fez! Nhamm...
Minha mãe recebeu uma carta lá da faculdade que eu faço (Unesp Ilha Solteira blábláblá), que pedia que os pais acompanhassem mais atentamente a vida dos filhos que fazem faculdade em Ilha Solteira. Aí tem um pedaço da carta que diz o seguinte:
"Esta preocupação é fundamentada pelo perfil dos próprios discentes, que são, em sua maioria, financeiramente dependentes dos pais, extremamente jovens e vivem fora do munícipio dos genitores. Embora, infelizmente, tenhamos uma estatística subestimada (os dados são, em sua maioria, desconhecidos pela escola), temos testemunhado na cidade de Ilha Solteira o crescimento do número de casos de Uso Abusivo de Álcool em níveis prejudiciais à saúde, o envolvimento de jovens em delitos (porte de entorpecentes, agressões, furtos, direção perigosa, danificação de patrimônio público e privado) e casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis, incluindo HIV e gravidez indesejada."
...
Ha. O negócio é muito mais feio que isso. Hordas de universitários vagam pela cidade, destruindo, matando, pilhando e queimando tudo pelo caminho, trazendo dor e morte à todos que encontram pelo caminho. Impiedosos e sem coração, estes bestiais universitários mais assemelham-se à animais, alimentando-se de carne de segunda assada em churrasqueiras feitas de ossos e acesa com vodka de três reais (que eles bebem pura, após acender a churrasqueira), e depois cantam seus hinos bestiais (Boate Azul, Trem das Onze, Desculpe Mas Eu Vou Chorar...) para agradar seus deuses da guerra., seguido de sacrifícios rituais de velhinhas inocentes e bebês recém-nascidos. Eles adotam nomes tribais para simbolizar sua separação da civilização ("Hobbit-dos-pés-peludos", "Ovos-mexidos-e-fritos", "Pomada-de-Bunda"...) e agrupam-se em bandos semelhante à tribos de trogloditas. Como a presença de pessoas do sexo feminino é reduzida e a testosterona é muita (a masculinidade abunda em Ilha Solteira), muitos universitários-bestiais acabam optando pelo panssexualismo, satisfazendo suas necessidades carnais com buracos na parede, troncos de árvore, colchões, móveis, aparelhos de cozinha, brinquedos e outros. Sim, horrendos estes universitários. Monstros! Bestas!
...
E agora toca eu aguentar minha mãe me tirando toda hora por causa dessa carta ("Você vai pra lá só pra encher a cara, né?", "Que tipo de droga vocês andam usando?", "Você que apareça por aqui com um neto pra você ver o que acontece!"). Hmpf...entorpecente, só se for xitus bolinha. E direção perigosa o caralho: nem bicicleta eu tenho, e nunca atropelei ninguém quando andava pela calçada. E agora com licença que eu vou ali sacrificar umas velhinhas...
"Esta preocupação é fundamentada pelo perfil dos próprios discentes, que são, em sua maioria, financeiramente dependentes dos pais, extremamente jovens e vivem fora do munícipio dos genitores. Embora, infelizmente, tenhamos uma estatística subestimada (os dados são, em sua maioria, desconhecidos pela escola), temos testemunhado na cidade de Ilha Solteira o crescimento do número de casos de Uso Abusivo de Álcool em níveis prejudiciais à saúde, o envolvimento de jovens em delitos (porte de entorpecentes, agressões, furtos, direção perigosa, danificação de patrimônio público e privado) e casos de Doenças Sexualmente Transmissíveis, incluindo HIV e gravidez indesejada."
...
Ha. O negócio é muito mais feio que isso. Hordas de universitários vagam pela cidade, destruindo, matando, pilhando e queimando tudo pelo caminho, trazendo dor e morte à todos que encontram pelo caminho. Impiedosos e sem coração, estes bestiais universitários mais assemelham-se à animais, alimentando-se de carne de segunda assada em churrasqueiras feitas de ossos e acesa com vodka de três reais (que eles bebem pura, após acender a churrasqueira), e depois cantam seus hinos bestiais (Boate Azul, Trem das Onze, Desculpe Mas Eu Vou Chorar...) para agradar seus deuses da guerra., seguido de sacrifícios rituais de velhinhas inocentes e bebês recém-nascidos. Eles adotam nomes tribais para simbolizar sua separação da civilização ("Hobbit-dos-pés-peludos", "Ovos-mexidos-e-fritos", "Pomada-de-Bunda"...) e agrupam-se em bandos semelhante à tribos de trogloditas. Como a presença de pessoas do sexo feminino é reduzida e a testosterona é muita (a masculinidade abunda em Ilha Solteira), muitos universitários-bestiais acabam optando pelo panssexualismo, satisfazendo suas necessidades carnais com buracos na parede, troncos de árvore, colchões, móveis, aparelhos de cozinha, brinquedos e outros. Sim, horrendos estes universitários. Monstros! Bestas!
...
E agora toca eu aguentar minha mãe me tirando toda hora por causa dessa carta ("Você vai pra lá só pra encher a cara, né?", "Que tipo de droga vocês andam usando?", "Você que apareça por aqui com um neto pra você ver o que acontece!"). Hmpf...entorpecente, só se for xitus bolinha. E direção perigosa o caralho: nem bicicleta eu tenho, e nunca atropelei ninguém quando andava pela calçada. E agora com licença que eu vou ali sacrificar umas velhinhas...
quinta-feira, 13 de maio de 2004
Strike Report - Dia 1
(Sim, isso é um post diarinho. Foda-se, eu tô afim de escrever)
Choveu durante a viagem inteira, de Ilha Solteira até Araçatuba. E a anta aqui resolveu vir só de shorts e camiseta (por pouco eu não vinha de chinelo...). Resultado: na troca de ônibus lá em Auriflama passei agradáveis 20 minutos aturando vento, chuva e MUITO, mas MUITO frio. Cacete, eu adoro frio...quando eu estou dentro de casa, ou bem agasalhado. Frio não é muito bom quando você está de shorts e camiseta sentado numa rodoviária congelando e esperando pelo busão que só chega daqui a x+10 minutos. De qualquer forma, a parte da viagem dentro dos busões foi legal como sempre: louvado seja o discman. Detalhe: o ônibus veio lotado de estudantes indo embora de Ilha Solteira. Êxodo 2004 =P.
Aí eu cheguei em casa! Olá mamãe, olá titia, olá pãozinho quentinho com margarina, olá leite com nescau, olá cama, olá travesseiro, olá ededron+cobertor+lençol (frio ruleia, eu já disse, assim como dormir)...E agora cá estou eu, usufruindo do sacrossanto speedy no computador do meu irmão, pegando milhares de mp3 e milhões de gibis escaneados! E pensar que normalmente à uma hora dessas eu estaria estudando...eu estou quase gostando dessa greve...
Bah.
Caracas, tô adorando essa merda. Ficar sem fazer nada por algum tempo, descansando, é muito bom. Eu sei que isso terá um preço (férias de julho e dezembro), mas de qualquer forma...ei, eu já disse isso sobre aproveitar a situação e blábláblá. Então. Acho que é só, por enquanto.
Té mais...
Ahhhhh!
Choveu durante a viagem inteira, de Ilha Solteira até Araçatuba. E a anta aqui resolveu vir só de shorts e camiseta (por pouco eu não vinha de chinelo...). Resultado: na troca de ônibus lá em Auriflama passei agradáveis 20 minutos aturando vento, chuva e MUITO, mas MUITO frio. Cacete, eu adoro frio...quando eu estou dentro de casa, ou bem agasalhado. Frio não é muito bom quando você está de shorts e camiseta sentado numa rodoviária congelando e esperando pelo busão que só chega daqui a x+10 minutos. De qualquer forma, a parte da viagem dentro dos busões foi legal como sempre: louvado seja o discman. Detalhe: o ônibus veio lotado de estudantes indo embora de Ilha Solteira. Êxodo 2004 =P.
Aí eu cheguei em casa! Olá mamãe, olá titia, olá pãozinho quentinho com margarina, olá leite com nescau, olá cama, olá travesseiro, olá ededron+cobertor+lençol (frio ruleia, eu já disse, assim como dormir)...E agora cá estou eu, usufruindo do sacrossanto speedy no computador do meu irmão, pegando milhares de mp3 e milhões de gibis escaneados! E pensar que normalmente à uma hora dessas eu estaria estudando...eu estou quase gostando dessa greve...
Bah.
Caracas, tô adorando essa merda. Ficar sem fazer nada por algum tempo, descansando, é muito bom. Eu sei que isso terá um preço (férias de julho e dezembro), mas de qualquer forma...ei, eu já disse isso sobre aproveitar a situação e blábláblá. Então. Acho que é só, por enquanto.
Té mais...
Muitas idéias confusas e perdidas e sem ligação e sem nada com nada indo e voltando e tentando dizer alguma coisa e eu não entendo nada.
Mas aí essa moça muito super-special me disse "Vai jogando elas no word aí vc organiza" (tks, Marta!), e aqui estou eu...
Eu vou embora daqui de Ilha Solteira daqui a pouco! Ah, me desculpem, meus amigos, seria muito legal ficar com vocês e festar e jogar warcraft e sair e ficar sem fazer nada, mas a situação monetário-financeira no reino da Frodolândia está feia, horrenda e horrorosa. Então eu vou gastar meus últimos merréis na passagem de volta pra casa. See you, guys!
Eu queria ter o exemplar de Stardust que tem na livraria aqui de Ilha Solteira, mas o preço é proibitivo. Mas Stardust é foda. "Vai, e busca uma estrela cadente..."
...Acho que na verdade eu queria te dizer pra não ficar triste e chateada e emburrada e revoltada e tudo mais, mas eu sei muito bem como funcionam essas coisas, visto que essa minha cara feia já foi quebrada (se quebrou, na verdade) tantas e tantas vezes que eu já perdi a conta, e sei que por mais que a gente tente, a gente sempre fica mal. Mas não deixa isso te segurar pra baixo, e tenha certeza que tudo há de dar certo na hora certa, quando for pra dar certo, e tenha certeza que será incrível. Não perca as esperanças jamais. Uma moça me disse que o mundo dá voltas, e acho que ela estava certa, mesmo que depois ela tenha me dado um golpe mortal desses que não mata a gente, só deixa mais forte.
E eu digo essas coisas pra você, e digo pra mim mesmo também, para não perder as esperanças também. Tem hora que cansa, eu sei, mas não posso desistir. There must be a girl...
E as coisas dão certo, eu vi com meus próprios olhos, vejam vocês! Pena que eu não possa falar nada aqui, nem em nenhum lugar, senão duas pessoas me matam, me espancam e fazem sei lá o que mais eles são capazes de fazer. Mas é um belo casal, esses dois (hehehehe).
Adoro viajar de ônibus às cinco da manhã. Ver o sol nascer na estrada. Ônibus quase que vazio. Paisagens matinais simplesmente lindas. E muita música no discman...
Acho que é só.
Mas aí essa moça muito super-special me disse "Vai jogando elas no word aí vc organiza" (tks, Marta!), e aqui estou eu...
Eu vou embora daqui de Ilha Solteira daqui a pouco! Ah, me desculpem, meus amigos, seria muito legal ficar com vocês e festar e jogar warcraft e sair e ficar sem fazer nada, mas a situação monetário-financeira no reino da Frodolândia está feia, horrenda e horrorosa. Então eu vou gastar meus últimos merréis na passagem de volta pra casa. See you, guys!
Eu queria ter o exemplar de Stardust que tem na livraria aqui de Ilha Solteira, mas o preço é proibitivo. Mas Stardust é foda. "Vai, e busca uma estrela cadente..."
...Acho que na verdade eu queria te dizer pra não ficar triste e chateada e emburrada e revoltada e tudo mais, mas eu sei muito bem como funcionam essas coisas, visto que essa minha cara feia já foi quebrada (se quebrou, na verdade) tantas e tantas vezes que eu já perdi a conta, e sei que por mais que a gente tente, a gente sempre fica mal. Mas não deixa isso te segurar pra baixo, e tenha certeza que tudo há de dar certo na hora certa, quando for pra dar certo, e tenha certeza que será incrível. Não perca as esperanças jamais. Uma moça me disse que o mundo dá voltas, e acho que ela estava certa, mesmo que depois ela tenha me dado um golpe mortal desses que não mata a gente, só deixa mais forte.
E eu digo essas coisas pra você, e digo pra mim mesmo também, para não perder as esperanças também. Tem hora que cansa, eu sei, mas não posso desistir. There must be a girl...
E as coisas dão certo, eu vi com meus próprios olhos, vejam vocês! Pena que eu não possa falar nada aqui, nem em nenhum lugar, senão duas pessoas me matam, me espancam e fazem sei lá o que mais eles são capazes de fazer. Mas é um belo casal, esses dois (hehehehe).
Adoro viajar de ônibus às cinco da manhã. Ver o sol nascer na estrada. Ônibus quase que vazio. Paisagens matinais simplesmente lindas. E muita música no discman...
Acho que é só.
terça-feira, 11 de maio de 2004
Heyall
Olá, pessoas!
Voltei!
"Ué, cê tinha ido embora?"
Não, eu só tin...
"Bah!"
Err...então. A faculdade entrou mesmo de greve, e quarta-feira eu vou pra casa curtir as férias antecipadas. E viva a vagabundagem!
"Viva!"
Viva ficar o dia inteiro coçando!
"Viva!"
Viva ficar o dia inteiro na net!
"Viva!"
Viva não ter que fazer prova essa semana!
"Viva!"
Uhuuuu!
(Ei, eu sei que greve é uma bosta, mas já que estamos em greve, deixa eu aproveitar a folga. Deve estar escrito em algum lugar, em algum livro sagrado de alguma religião que recusar folga, feriado e oportunidade para não fazer nada é pecado capital.)
(E quem disse que posts precisam fazer sentido?)
(Parentêses ruleiam, não é mesmo?)
Ok, eu paro de escrever merda. Por hoje.
Voltei!
"Ué, cê tinha ido embora?"
Não, eu só tin...
"Bah!"
Err...então. A faculdade entrou mesmo de greve, e quarta-feira eu vou pra casa curtir as férias antecipadas. E viva a vagabundagem!
"Viva!"
Viva ficar o dia inteiro coçando!
"Viva!"
Viva ficar o dia inteiro na net!
"Viva!"
Viva não ter que fazer prova essa semana!
"Viva!"
Uhuuuu!
(Ei, eu sei que greve é uma bosta, mas já que estamos em greve, deixa eu aproveitar a folga. Deve estar escrito em algum lugar, em algum livro sagrado de alguma religião que recusar folga, feriado e oportunidade para não fazer nada é pecado capital.)
(E quem disse que posts precisam fazer sentido?)
(Parentêses ruleiam, não é mesmo?)
Ok, eu paro de escrever merda. Por hoje.
quinta-feira, 6 de maio de 2004
Hmm...
Teriam sido os gafanhotos os responsáveis por meu processador ter queimado? Que bando de filhas da puta do caralho, esses cretinos! Se eles acham que podem queimar meu pobre Athlonzinho, eles estão muito enganados!! Cêis tão ferrados! Tão me entendendo??? Eu vou pegar vocês todos, seus vermes!! Vou eliminar até o último de vocês e então dancarei sobre seus verdes corpos inséticos, seus porras!! Grrrr!!!
...
Aê, mal ae...fiquei mó nervoso, saca? Subiu o sangue nos zóio, ae fiquei mó doidão, nervosão mesmo. Mas ae, manos gafanhotos: fica esperto que nóis é tretado com a Gaviões, saca? Mexeu com nóis, morreu, certo? Fica esperto que senão a casa cai pro seu lado, belê? É nóis na fita! Uhuuuuu!!! Timãããããããããoo eôôôôôôô....
...
Ops.
...
Aê, mal ae...fiquei mó nervoso, saca? Subiu o sangue nos zóio, ae fiquei mó doidão, nervosão mesmo. Mas ae, manos gafanhotos: fica esperto que nóis é tretado com a Gaviões, saca? Mexeu com nóis, morreu, certo? Fica esperto que senão a casa cai pro seu lado, belê? É nóis na fita! Uhuuuuu!!! Timãããããããããoo eôôôôôôô....
...
Ops.
terça-feira, 4 de maio de 2004
Helter Skelter
E então, quando eu achava que estava tudo indo bem neste semestre, indo bem nas provas e tirando boas notas...
...a faculdade resolve entrar em greve. Eu teria uma prova na sexta-feira e não terei mais. Amanhã vai ser decidido se essa prova vai ser feita semana que vem ou após o fim da greve.
Pra completar o dia: o processador do computador lá de casa subiu no telhado.
E eu ainda vou passar o fim de semana em Ilha Solteira. Nem fodendo. Tô indo pra casa daqui a pouquim, as 6 e média. Como o processador do PC foi pras picas, não existe Enrique online este fim de semana. Até segunda-feira, fuckers!
Um beijão mó enorme pras mina e abraço pros mano.
...
Abraço nada! Sai fora, véi! Tá pensando o quê?
Hmpf.
...a faculdade resolve entrar em greve. Eu teria uma prova na sexta-feira e não terei mais. Amanhã vai ser decidido se essa prova vai ser feita semana que vem ou após o fim da greve.
Pra completar o dia: o processador do computador lá de casa subiu no telhado.
Um beijão mó enorme pras mina e abraço pros mano.
...
Abraço nada! Sai fora, véi! Tá pensando o quê?
Hmpf.
domingo, 2 de maio de 2004
Coldplay
Everything's Not Lost
When I counted up my demons,
Saw there was one for everyday.
With the good ones on my shoulder,
I drove the other ones away.
So if you ever feel neglected,
And if you think all is lost,
I'llbe counting up my demons, yeah,
Hoping everything's not lost.
When you thought that it was over,
You could feel it all around.
Everybody's out to get you,
Don't you let it drag you down.
If you ever feel neglected,
And if you think all is lost.
I'll be counting up my demons, yeah,
Hoping everything's not lost.
If you ever feel neglected,
And if you think all is lost.
I'll be counting up my demons, yeah,
Hoping everythings not lost.
Sing out oh oh oh yeah, oh oh yeah
Oh oh yeah...
Everything's not lost
Come on yeah
Oh oh yeah
Come on yeah
Everything's not lost..
Antes que eu me esqueça...
When I counted up my demons,
Saw there was one for everyday.
With the good ones on my shoulder,
I drove the other ones away.
So if you ever feel neglected,
And if you think all is lost,
I'llbe counting up my demons, yeah,
Hoping everything's not lost.
When you thought that it was over,
You could feel it all around.
Everybody's out to get you,
Don't you let it drag you down.
If you ever feel neglected,
And if you think all is lost.
I'll be counting up my demons, yeah,
Hoping everything's not lost.
If you ever feel neglected,
And if you think all is lost.
I'll be counting up my demons, yeah,
Hoping everythings not lost.
Sing out oh oh oh yeah, oh oh yeah
Oh oh yeah...
Everything's not lost
Come on yeah
Oh oh yeah
Come on yeah
Everything's not lost..
hmpf...
Ná, hoje não é dia pra ficar de bode...
Agora eu faço parte do Orkut. Notaram como estou mais mala que o costume?
Thank you, Carol Carolina!
Thank you, Carol Carolina!
sábado, 1 de maio de 2004
Template
Esse template vai mudar...andei tendo umas idéias revolucionárias que pretendo por em prática amanhã. Vai ficar duca.
Aguardem!
...
....
Sentados.
Vocês me conhecem. Quando eu falo que vou fazer alguma coisa, somem um atraso de 2 semanas ao prazo estipulado.
Aguardem!
...
....
Sentados.
Vocês me conhecem. Quando eu falo que vou fazer alguma coisa, somem um atraso de 2 semanas ao prazo estipulado.
Assinar Postagens [Atom]